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Pedro Pires: Sair da crise financeira significa mais trabalho e qualidade PDF 

ImageO Presidente da República, Pedro Pires, considerou, quarta-feira, 08, na ilha do Sal, que é preciso reconhecer que os efeitos da crise económica não afectaram o arquipélago de forma tão dramática como em outros países.

Estas declarações foram proferidas, no final de sua visita de dois dias à ilha, a convite do autarca, Jorge Figueiredo.

Conforme o Chefe da Nação cabo-verdiana, a economia tem funcionado e crescido, apesar das dificuldades.

Pedro Pires refere que, enquanto nos grandes países há uma redução no acréscimo da actividade económica, em Cabo Verde o que se verifica é uma redução da taxa de crescimento de actividades em determinadas áreas, como acontece na ilha do Sal.

A propósito, disse que se hoje o Sal sofre as consequências da crise é porque avançou e tem uma economia, baseada no turismo, virada para o exterior.

“Este é o momento de fazermos o balanço e verificarmos o que não fizemos bem. Se escolhemos o melhor modelo, ritmo, etc”, considerou.

No entendimento do Presidente da República, essa pausa que deverá ser também de preparação para o futuro, deve ser aproveitada para tornar o país mais competitivo. Aponta a construção do novo porto da Palmeira como um dos elementos para o desenvolvimento de Cabo Verde.

“Devemos aproveitar para ter melhores infra-estruturas, melhor segurança e trabalhar para a melhoria da qualidade dos serviços, qualificação dos trabalhadores… Nesta perspectiva é que vejo a saída da crise”, defendeu.

Pedro Pires esteve na ilha do Sal para constatar in loco o crescimento e desenvolvimento da ilha, visitando várias infra-estruturas turísticas, a vila de Santa Maria, o porto da Palmeira, o andamento da construção do hospital regional, bairros, além do encontro com o PAC da ASA, empresários turísticos e da construção civil.  

Inforpress/Fim.

 
O equilíbrio mundial depende, ainda e em grande medida, da resolução dos contenciosos complicados que afectam o "eixo de crise" que vai da Palestina ao Paquistão, passando pelo Iraque, Afeganistão e Irão, sem, contudo, subestimar o "eixo africano" de Darfur à Somália. - Pedro de Verona Rodrigues Pires
 

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